Profissionais da Rede Municipal de Ensino participam de formação sobre as Diretrizes Curriculares para Educação das Relações Étnico-Raciais
Publicado em: 15 de agosto de 2025
Texto: Renato Lana de Faria
Imagem: Divulgação
A Secretaria de Educação (Semed) da Prefeitura de Aracruz promoveu na tarde desta quinta-feira (14), no miniauditório do Ifes, uma formação sobre as Diretrizes Curriculares para Educação das Relações Étnico-Raciais. O evento foi conduzido pela professora Doutora Edineia Koeler e destinado a docentes, pedagogos e técnicos da Semed, reafirmando o compromisso da pasta com a promoção de uma educação plural, inclusiva e antirracista, conforme preconizado pelas Leis nº 10.639/2003 e nº 11.645/2008.
"Essa formação proporcionou aos participantes uma rica retrospectiva histórica, por meio de uma linha do tempo que evidenciou aspectos fundamentais da constituição do povo brasileiro. Foram abordadas as origens e os mecanismos do racismo, diferenciando-o do preconceito, e discutida a influência europeia na construção de estruturas sociais que perpetuam desigualdades até os dias atuais — como o racismo estrutural e institucional”, destacou a técnica Pedagógica do Setor do Ensino Fundamental da Semed, Daniele Reis de Jesus.
O encontro foi marcado por uma intensa participação dos profissionais da educação que contribuíram com reflexões, compartilharam experiências e esclareceram dúvidas. A escuta ativa e o diálogo qualificado possibilitaram aprofundar a compreensão sobre os impactos das expressões racistas na formação dos sujeitos, especialmente no contexto escolar.
Entre os diversos autores estudados, foi destacado, a potente afirmação: - existe uma história do povo negro sem o Brasil, mas não existe uma história do Brasil sem o povo negro -. “Essa citação sintetiza a urgência de reconhecer e valorizar as contribuições dos povos africanos, afro-brasileiros e indígenas na construção da identidade nacional”, afirmou a professora Edineia Koeler.
Também foram discutidas as interfaces entre a educação das relações étnico-raciais e a educação especial, ampliando o olhar para a interseccionalidade e os desafios da inclusão. “Nossa secretaria reafirma seu compromisso com a formação continuada dos profissionais da rede, entendendo que a educação para as relações étnico-raciais é uma prática pedagógica transformadora, que contribui para a construção de uma sociedade mais justa, equitativa e democrática”, finalizou a subsecretária de Gestão Pedagógica Regina Ramos Azeredo.
"Essa formação proporcionou aos participantes uma rica retrospectiva histórica, por meio de uma linha do tempo que evidenciou aspectos fundamentais da constituição do povo brasileiro. Foram abordadas as origens e os mecanismos do racismo, diferenciando-o do preconceito, e discutida a influência europeia na construção de estruturas sociais que perpetuam desigualdades até os dias atuais — como o racismo estrutural e institucional”, destacou a técnica Pedagógica do Setor do Ensino Fundamental da Semed, Daniele Reis de Jesus.
O encontro foi marcado por uma intensa participação dos profissionais da educação que contribuíram com reflexões, compartilharam experiências e esclareceram dúvidas. A escuta ativa e o diálogo qualificado possibilitaram aprofundar a compreensão sobre os impactos das expressões racistas na formação dos sujeitos, especialmente no contexto escolar.
Entre os diversos autores estudados, foi destacado, a potente afirmação: - existe uma história do povo negro sem o Brasil, mas não existe uma história do Brasil sem o povo negro -. “Essa citação sintetiza a urgência de reconhecer e valorizar as contribuições dos povos africanos, afro-brasileiros e indígenas na construção da identidade nacional”, afirmou a professora Edineia Koeler.
Também foram discutidas as interfaces entre a educação das relações étnico-raciais e a educação especial, ampliando o olhar para a interseccionalidade e os desafios da inclusão. “Nossa secretaria reafirma seu compromisso com a formação continuada dos profissionais da rede, entendendo que a educação para as relações étnico-raciais é uma prática pedagógica transformadora, que contribui para a construção de uma sociedade mais justa, equitativa e democrática”, finalizou a subsecretária de Gestão Pedagógica Regina Ramos Azeredo.
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