IV Seminário Nacional sobre Violência e Saúde: PSE de Aracruz conquista o 2º lugar em amostras de experiências exitosas
Publicado em: 23 de outubro de 2026
Texto: Renato Lana de Faria
Imagem: Semed
Aconteceu de segunda-feira (19) a quarta-feira (21), no Campus de Goiabeiras da Ufes, em Vitória, o IV Seminário Nacional sobre Violência e Saúde (Senavi). O evento foi uma realização do Laboratório de Estudos Sobre Violência e Acidentes (Lavisa/Ufes) e teve como tema central o ‘Enfrentamento das violências de gênero: diálogos atuais e desafios persistentes’. Durante esses três dias o seminário reuniu estudantes, profissionais, pesquisadores, gestores e pessoas de diversas partes do Brasil, interessadas na temática de saúde coletiva e enfrentamento às violências.
O evento contou com atividades presenciais e on-line, entre minicursos, conferências, mesas de debate e sessões de apresentação de trabalhos. Sua realização veio com o objetivo de fortalecer no Espírito Santo o desenvolvimento de pesquisas, o enfrentamento e a prevenção às violências, bem como criar oportunidades para as pessoas participantes realizarem intercâmbios e colaborações com a Ufes e outras instituições, nas ações de ensino, pesquisa e extensão.
Na ocasião, o artigo, que foi elaborado pelos autores: o dentista Anderson Cleyton Gasparini Milanezi (Semsa), a pedagoga e coordenadora do PSE, Giucirlene Pereira de Bortoli (Semed) e a psicóloga e Coordenadora do PSE no município de Aracruz, Juliana Monteiro Gomes de Oliveira (Semsa), que apresentou a experiência exitosa, conseguiu o 2º lugar em âmbito nacional. Na ocasião, os autores receberam uma menção honrosa pelo êxito da experiêcia apresentada. Atualmente, Aracruz conta com 53 escolas municipais, três estaduais e uma federal que aderiram ao PSE. Foram 382 ações de prevenção desde 2025 a 2026 e mais de 23 mil participantes alcançados nas ações de prevenção à violência, e no mesmo período ocorreram de 11 a 81 notificações, de 0 a 18 anos.
"O PSE, por meio do Grupo de Trabalho Intersetorial Municipal (GTIM), identificou a necessidade de fortalecer ações de prevenção, cuidado e notificações de casos. Em 2022 foi constatada uma baixa notificação no município, compreendida como possível subnotificação, diante da fragilidade do registro no e-SUS. A experiência foi estruturada para fortalecer a vigilância, ampliar a capacidade dos profissionais e aproximar as notificações da realidade vivenciada”, explicou Juliana.
Ainda de acordo com a psicóloga da Semsa, a Equipe do GTIM se reúne todas as terças-feiras para monitorar as situações do território e planejar as ações nas escolas da rede. “Nosso objetivo é fortalecer a prevenção e o enfrentamento das violências no ambiente escolar por meio de articulação intersetorial, permanente, qualificação das notificações e desenvolvimento de ações de promoção da proteção de crianças e adolescentes”, disse.
Resultados alcançados
Dentre os principais resultados alcançados pelo PSE em Aracruz, destaque para a maior sensibilização dos profissionais na identificação e notificação dos casos de violência, fortalecimento da vigilância contra a violência; o crescimento das notificações de violência entre crianças e adolescentes; o aumento de 11 casos em 2022 para 81 casos em 2025, o que ajudou a ampliar de forma expressiva as ações preventivas.
Também houve um avanço na capacidade de identificação e registro das situações de violência, o que contribuiu para uma maior aproximação dos dados à realidade territorial e para o fortalecimento das estratégias de prevenção e enfrentamento.
O evento contou com atividades presenciais e on-line, entre minicursos, conferências, mesas de debate e sessões de apresentação de trabalhos. Sua realização veio com o objetivo de fortalecer no Espírito Santo o desenvolvimento de pesquisas, o enfrentamento e a prevenção às violências, bem como criar oportunidades para as pessoas participantes realizarem intercâmbios e colaborações com a Ufes e outras instituições, nas ações de ensino, pesquisa e extensão.
Na ocasião, o artigo, que foi elaborado pelos autores: o dentista Anderson Cleyton Gasparini Milanezi (Semsa), a pedagoga e coordenadora do PSE, Giucirlene Pereira de Bortoli (Semed) e a psicóloga e Coordenadora do PSE no município de Aracruz, Juliana Monteiro Gomes de Oliveira (Semsa), que apresentou a experiência exitosa, conseguiu o 2º lugar em âmbito nacional. Na ocasião, os autores receberam uma menção honrosa pelo êxito da experiêcia apresentada. Atualmente, Aracruz conta com 53 escolas municipais, três estaduais e uma federal que aderiram ao PSE. Foram 382 ações de prevenção desde 2025 a 2026 e mais de 23 mil participantes alcançados nas ações de prevenção à violência, e no mesmo período ocorreram de 11 a 81 notificações, de 0 a 18 anos.
"O PSE, por meio do Grupo de Trabalho Intersetorial Municipal (GTIM), identificou a necessidade de fortalecer ações de prevenção, cuidado e notificações de casos. Em 2022 foi constatada uma baixa notificação no município, compreendida como possível subnotificação, diante da fragilidade do registro no e-SUS. A experiência foi estruturada para fortalecer a vigilância, ampliar a capacidade dos profissionais e aproximar as notificações da realidade vivenciada”, explicou Juliana.
Ainda de acordo com a psicóloga da Semsa, a Equipe do GTIM se reúne todas as terças-feiras para monitorar as situações do território e planejar as ações nas escolas da rede. “Nosso objetivo é fortalecer a prevenção e o enfrentamento das violências no ambiente escolar por meio de articulação intersetorial, permanente, qualificação das notificações e desenvolvimento de ações de promoção da proteção de crianças e adolescentes”, disse.
Resultados alcançados
Dentre os principais resultados alcançados pelo PSE em Aracruz, destaque para a maior sensibilização dos profissionais na identificação e notificação dos casos de violência, fortalecimento da vigilância contra a violência; o crescimento das notificações de violência entre crianças e adolescentes; o aumento de 11 casos em 2022 para 81 casos em 2025, o que ajudou a ampliar de forma expressiva as ações preventivas.
Também houve um avanço na capacidade de identificação e registro das situações de violência, o que contribuiu para uma maior aproximação dos dados à realidade territorial e para o fortalecimento das estratégias de prevenção e enfrentamento.
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